07/04/2015

07/04/2015

Resenha: Orange is the new Black - Piper Kerman

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Título: Orange Is The New Black
Idioma: Português

Gênero:
Biografia, Crime         
Ano: 2014

Tipo de capa:
 Brochura 
Páginas:
 304
Edição:
 1
Autora:
 Piper Kerman

Formato:
 Médio 
Editora:
 Intrinseca





Sinopse:Quando era jovem, tudo o que Piper Kerman queria era viver novas experiências, conhecer pessoas diferentes e descobrir o que fazer com o diploma recém-adquirido da prestigiosa Smith College. Anos depois, com um bom emprego e prestes a se casar, ela recebe uma visita inesperada: a polícia. Piper estava sendo intimada para responder por envolvimento com o tráfico internacional de drogas.
A acusação era verdadeira: recém-formada, Piper teve um caso com uma traficante glamorosa que a convenceu a levar uma maleta de dinheiro para a Europa. Sua aventura pelo submundo do crime voltou à tona no dia em que a polícia bateu à porta dela. Depois de uma dolorosa odisseia pelo sistema judiciário americano, Piper é condenada a quinze meses de detenção numa penitenciária feminina no meio do nada — longe dos amigos, da família e de tudo o que ela conhecia.
Em 'Orange Is the New Black', Piper apresenta casos curiosos, perturbadores, comoventes e divertidos do dia a dia no presídio. Cercada de criminosas, logo percebe que aquelas mulheres são muito mais complexas do que ela imaginava. Ao mesmo tempo que aprende a conviver com regras arbitrárias e um rigoroso código de conduta, Piper revela as alegrias e angústias das presidiárias e analisa a crueldade com que o sistema carcerário as desumaniza e faz com que sejam invisíveis ao mundo exterior.


Orange is the new Black é um livro-biografia, onde a própria autora revela seu envolvimento com o trafico de drogas e conta como foi cumprir a pena imposta dentro do presídio e suas experiências no sistema carcerário.

Ao iniciar a leitura, somos apresentados a Piper Kerman, recém-formada na faculdade e certamente desencaminhada na vida. Buscando novas experiências, Piper conhece uma mulher, Nora, e torna-se sua namorada. Com o intuito de ajuda-la, acaba envolvendo-se em cilada.

Com esse romance engatado é o momento que Piper descobre como Nora mantém todo o  luxo e suas viagens. O pote de ouro de sua namorada era na verdade o resultado de trafico de drogas, onde viaja o mundo distribuindo e recrutando pessoas que aceitam transportar droga e dinheiro para a quadrilha. Com essa descoberta, Piper fica deslumbrada com o fácil fluxo de dinheiro e decide se envolver e acaba tornando efetivo esse “serviço”.

Anos após largar a companhia indesejável de sua antiga companheira, já com um bom emprego e prestes a se casar, recebe a visita da Policia em sua casa. Estava sendo intimada para responder pelo processo de envolvimento em trafico internacional de drogas. Depois de um tour pelo sistema carcerário americano, Piper é condenada a quinze meses de prisão em uma penitenciaria feminina.

“Certo dia, recebi uma carta de minha melhor amiga, Kristen, que eu tinha conhecido, em nossa primeira semana da faculdade. No envelope havia um breve recado, rabiscado a bordo de um avião, e um recorte de jornal. Eu o desdobrei cuidadosamente e vi a coluna “On the Street”, de Bill Cunningham, do New York Times, do dia 8 de fevereiro. Metade da pagina estava ocupada por umas dez fotos de mulheres de todas as idades, raças, tamanhos e formas, todas vestindo peças de um laranja berrante. A manchete era “Oranginas destampadas”, e Kristen havia anotado num post it azul: “Os nova-iorquinos usam laranja em solidariedade à situação de Piper!  (...) Aparentemente, o laranja era o novo preto.”

O livro é como se fosse dividido como um diário, narrado em primeira pessoa. Conta as aventuras e dificuldades da protagonista (e autora) na prisão feminina descrevendo falhas no no sistema penitenciário americano. Quebra tabus como a homossexualidade, crime e etc.

“Era o quid pro quo do sistema penitenciário: quer manter contato com o mundo exterior? Esteja preparada para mostrar o rabo – sempre.”

Embora a leitura se arraste, há momentos bem interessantes no decorrer da historia. Há partes que rimos, que tomamos ensinamentos e também há as que não entendemos, porém um livro não é feito só de contras. Alias, a história é verídica! Para quem curte uma (auto)biografia é bem recomendadíssimo.

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Agradeço.

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